Há melhor que as gargalhadas dos amigos, do que brincar ao verão, do que fingir que amanhã não é segunda-feira?
quarta-feira, 8 de maio de 2013
De improviso
Habibi
Usava esta palavra como uma referência à fantástica Clone, sem sequer me aperceber que estava a profanar um termo fofinho.
Meu amor, my beloved.
E, volta e meia, habibi é mesmo a palavra da primavera.
Pelo menos, da minha.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Fui a Itália e não comi pizza
Nem comi gelados. Nem sequer comi (muita) pasta.
Mas adiante.
Não é Capri, Portofno, Cannes ou Saint Tropez. Mas Rimini, a Riviera Italiana - aquela a que chamam a democratização das férias - tem um encanto honesto que faz dela a irmã bastarda das estâncias bal.
Despretensiosa, humilde, virada para si mesmo e esquecida dos turistas que vagueiam de câmara em riste, é bem capaz de ser o lugar onde eu passaria a minha reforma.
Talvez por Rimin aprendesse a andar de bicicleta.
Cheira a flores, soa a pássaros, sabe a mar. É a casa da primavera, do verão, das frutas da Marlene e das aranhas verdes. Dos taroccos, da versão pedófila da carrinha Family Frost e de um pedacinho do meu coração que ficou naquelas gaivotas, naquela praia, naquele mar.
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