Mário Lino claramente não conhecia o senhor Tony.
Um pequeno império de tudo o que é comida que faz mal às ancas e bem à alma ocupa quase uma rua inteira da Caparica e, no entanto, continua um segredo bem guardado de um sol que os lisboetas só vêm útil para nadar e apanhar um escaldão.
Talvez seja melhor assim.
Talvez seja melhor que os hamburgueres que não chegam a 4 euros mantenham o pão tostado e a carne a saber a carne, o ovo a cavalo e a alface fresca, os sumos naturais feitos de fruta a sério, a apresentação despreocupada que denuncia que a febre gourmet ainda não chegou por aquelas bandas (e ainda bem). Talvez seja melhor que os quatro cantos do mundo não ouçam sobre o molho do bife do Tony's, onde as batatas fritas ficam a nadar, ou que não se percam na comida italiana (aportuguesada, claro está), nem nos fritos bem à moda americana.
Talvez seja melhor que a margem sul continue a parecer um deserto.
(a sobremesa comeu-se à parte, mas não era boa o suficiente para merecer menção honrosa)
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