A menos que a prioridade seja comer.
E foi.
Antes de partir para Peniche, para o Forte das mil histórias, para a praia das mil conversas, para as pastelarias dos mil São Marcos.
O hostel foi um tesouro com mau packaging. Não posso negar que o facto de ser uma vivenda desmotiva qualquer pessoa de mochila às costas, e isso (aliado à morada - Cu de Judas, nº3) deixou-me com fantasias de gangs russos e tráfico de órgãos.
Paranoias à parte, a malta era porreira (se falar de forma mais formal que esta, não faço jus à cena), a vista era brutal e a descontração de tudo e mais alguma coisa era exatamente o que estávamos à procura.