quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Do Norte, com amor



De uma cena que podia ter saído da cabeça do Ruben Alves, os portuguesismos eram tão palpáveis quanto as toalhas aos quadrados.
Do vinho tinto ao machismo, do pão às gargalhadas, só faltou um caché milionário e o bacalhau cozido para que se estivesse perante um anúncio a uma qualquer marca de azeite.

No melhor sentido.












quarta-feira, 24 de julho de 2013

Roadtrip: dia 3

Tomámos o pequeno-almoço dos campeões e rumámos a sul.
Com Mamma Mia no rádio,  um mapa nas mãos e um urso adormecido no banco de trás, a viagem até à Ericeira fez-se em menos de nada numa estrada Nacional cheia de tesouros que prometiam ser visitados no futuro.
Almoçámos qualquer coisinha saudável e lanchámos uma bola de berlim com doce de leite (MEU DEUS!). Mexemos em memórias antigas e criámos novas. Das ruas caiadas a branco e azul - a Ericeira é dos lugares mais bonitos que já vi -, descemos à Foz do Lizandro, e quando o frio nos mandou embora refugiámo-nos, que nem crianças, nas miniaturas do Sobreirinho.
























Roadtrip: dia 2

Acordar entre preguiças e estabelecer prioridades não é tão fácil quanto parece.
A menos que a prioridade seja comer.
E foi.
Antes de partir para Peniche, para o Forte das mil histórias, para a praia das mil conversas, para as pastelarias dos mil São Marcos.

O hostel foi um tesouro com mau packaging. Não posso negar que o facto de ser uma vivenda desmotiva qualquer pessoa de mochila às costas, e isso (aliado à morada - Cu de Judas, nº3) deixou-me com fantasias de gangs russos e tráfico de órgãos.
Paranoias à parte, a malta era porreira (se falar de forma mais formal que esta, não faço jus à cena), a vista era brutal e a descontração de tudo e mais alguma coisa era exatamente o que estávamos à procura.