sexta-feira, 3 de julho de 2015
de manhã.
Quis que as minhas mãos te queimassem o corpo, linchassem a pele que dança entre os meus dedos. Que os olhos não morressem com a noite. E que a tua boca não voasse com mais ninguém.
sábado, 2 de maio de 2015
segunda-feira, 27 de abril de 2015
terça-feira, 7 de abril de 2015
segunda-feira, 23 de março de 2015
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Tinham-me morrido nas mãos, esvaído dos olhos, secado dos pulsos. Estas palavras que hoje me torcem a garganta e encobrem os olhos, estas palavras que me definham e desfiam o pano que tinha voltado a escrever.
Voou-me o vazio na loucura temporária das noites. Falou-me do outro lado da cama fria, com a voz de tenor que sufoca a boca e rasga a pele num grito em a saudade brota do nada para a espuma das ondas de ferro.
Voou-me o vazio na loucura temporária das noites. Falou-me do outro lado da cama fria, com a voz de tenor que sufoca a boca e rasga a pele num grito em a saudade brota do nada para a espuma das ondas de ferro.
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
Ter as rugas forjadas de um sorriso e os olhos ermos, fechados para todos que não tu. Atentos, vorazes, esfomeados. Despem quem os interrompe, num exame incessante de entender quem está à altura. Ninguém está - nunca está. Só se acendem quando o outro marca um ponto e derruba, por rasgos de segundo, a parede erguida a gelo. Só se acendem quando o outro sabe jogar o mesmo jogo. Só se acendem quando o outro está à altura.
Mas o outro nunca está. Tudo o que fica é vazio.
Mas o outro nunca está. Tudo o que fica é vazio.
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